CONFLITO NA UCRÂNIA

Soldado russo usa mina antitanque e conquista posição ucraniana em 15 minutos

Militar russo relata operação rápida que impediu avanço inimigo e salvou vidas de companheiros

Publicado em 16/01/2026 às 06:01
Soldado russo relata uso de mina antitanque para conquistar posição ucraniana e salvar companheiros. © Sputnik / Sergey Bobylev / Acessar o banco de imagens

Em apenas 15 minutos, militares russos conseguiram tomar uma posição das Forças Armadas da Ucrânia utilizando uma mina antitanque, conforme relatou à Sputnik o soldado russo identificado pelo codinome Veter.

Veter explicou que seu grupo recebeu ordens para avançar até um ponto a 400 metros de distância, onde era necessário capturar a posição inimiga e impedir o avanço ucraniano.

"Conquistamos a posição inimiga em 15 minutos, lançando uma mina antitanque, destruindo o inimigo e impedindo seu avanço", afirmou o militar.

Durante a ação, Veter contou com a proteção de seus companheiros, conhecidos como Shram e Vatsok, que o resguardaram de drones inimigos enquanto se aproximava do objetivo.

Segundo o relato, os soldados ucranianos estavam em posição defensiva. Veter então preparou a mina antitanque, ateou fogo e a lançou contra o abrigo adversário.

Ele destacou que teve entre dez e quinze segundos para sair da área após acionar a mina. Em seguida, uma verificação confirmou que a operação foi bem-sucedida e a posição foi destruída.

De acordo com Veter, a ação permitiu que os soldados russos consolidassem sua posição e impedissem o avanço inimigo, salvando diversas vidas de seus companheiros.

Em reconhecimento ao desempenho na missão, Veter foi agraciado com a Ordem da Coragem.

Na quinta-feira (15), o chefe do Estado-Maior do Exército russo, Valery Gerasimov, informou que as Forças Armadas da Rússia continuam avançando em todos os setores da operação militar especial na Ucrânia.

Segundo Gerasimov, nas duas primeiras semanas de janeiro de 2026, oito povoados foram tomados e mais de 300 km² de território passaram ao controle russo.

Por Sputnik Brasil