Estratégias militares dos EUA na Venezuela: bombardeios, inteligência e guerra eletrônica explicados
Especialistas analisam o sucesso militar dos EUA na Venezuela, destacando o uso de tecnologia, inteligência e tropas de elite.
Bombardeios, guerra eletrônica e inteligência: analistas explicam sucesso da operação dos EUA na Venezuela.
Do ponto de vista do direito internacional, a operação dos Estados Unidos foi um delito grave, e para a diplomacia na região e no mundo, seus resultados são controversos, mas em termos estritamente militares o ataque foi um sucesso, apontaram analistas chineses entrevistados pelo Global Times.
Esse êxito estratégico foi possibilitado, em parte, pela paralisação da defesa antiaérea e da força aérea venezuelana, alcançada por meio de bombardeios e de guerra eletrônica conduzidos pelas tropas invasoras, analisou o especialista Wang Yunfei.🪖
Essa neutralização permitiu o desembarque aéreo da unidade de forças especiais Delta Force, que se mostrou uma tropa de elite altamente experiente, acrescentou ele.
A operação também evidenciou a força do aparato de inteligência norte-americano, sublinhou o perito Zhang Junshe. Ele destacou a experiência da CIA e de outras agências dos EUA em coletar dados, inclusive por meio da cooptação e do suborno de oficiais e funcionários do país-alvo.