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Crônicas em verbos

Por Laurentino Veiga Publicado em 05/09/2026 às 08:00
Laurentino Veiga Assessoria

O cronista de 80 anos. Natural de Paulo Jacinto, vetusto jornalista-economista. Amante da escrita. Eterno sonhador. Fruto do Criador. Da noite e do dia, ainda de professor de Economia. Do chão: firmamento de estrelas. Lua dos namorados. Noites quentes e frias. Feitas à alegria.

Das montanhas: aves, répteis, borboletas com suas facetas. Macacos selvagens, cobras, lagartos, gafanhotos, ratos, andorinhas com seus ninhos. Papagaios, camaleões e leões. Serras, planícies verdejantes, outrora cativantes. Todas na harmonia, perfeita sintonia.

Da modernidade: infelizmente também da guerra entre EUA x Ucrânia. Mortandade sem piedade. Encontros, desencontros. Perdas de amigos, sofrimentos dos inimigos. Comigo paz consciente, permanentemente constante. Do hoje: escolas, universidades, teatros, Igrejas católicas e protestantes. Livros, tradutores, escritores e doutores. Shoppings, entretenimento, empreendedorismo e modismo. Tudo à disposição do homem. Do Livro de Gêneses. Adão e Eva sem reserva. Caim e Abel, e a verdade do Céu.

Por outro lado, dos carros. Aviões, navios com viagens, internacionais. Fenomenais. Máquinas, implementos agrícolas, tratores e construtores. Oceanos com baleias, rio, riachos a travessia. A população crescente, países decadentes feito a Argentina. Destino? Não, Sina.

No Brasil, PT diferente. Governo benevolente com sua gente social e politicamente. Direita à esquerda, tudo sem novidade. De ciências físicas e espirituais. Poetas, repentistas, contistas e cronistas. Alagoas com suas loas. Coisas boas, sintonizadas com as pessoas. Na cantoria da vida a sintonia. Beleza!

No turbilhão corrente, possivelmente eloquente. A sociedade legalmente. Economista Paulo Gabriel, Romero Vieira Belo. Advogado Vladimir Barros competentes. Crônica sem verbos com silogismo, amplia e sem rejeição. Novel literatura científica e de cordel. Por isso, coisa de Théo. Finalmente, a poesia, a cantoria, homens de negócios, viajantes, lendas, histórias, produto do homem à semelhança de Deus.

O mundão terráqueo: flores, ornamentos, sofrimento à parte. Leis, sentença, objeto de questão do dia a dia da Criação. Do obséquio da temeridade, e porque não piedade. Verdadeiramente, diferentemente causal e legal. Adeus à solidão, à tristeza, à desilusão. Obra divina da Criação, Deus o ator principal. Empreendedorismo Universal.

Crônica sem verbos, sem atalhos ou coisas afim. A inovação deveras original. Por essas razões, legal. A imprensa à parte, o cronista satisfeito com sua obra. Deus presente agora e no final. A luz eterna, sempre proveitosa. Por essas razões, a prosa. Sistematicamente valorosa permanentemente.