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Crônicas que escrevi

Por Laurentino Veiga Publicado em 18/07/2026 às 08:00
Laurentino Veiga Assessoria

 Há 56 anos escrevo crônicas nos veículos de comunicação: Jornal de Hoje, Jornal de Alagoas, O Jornal, Espaço, Tribuna de Alagoas (extintos). Hoje, permaneço na Tribuna Independente (19 anos), Tribuna do Sertão (mais antigo seminário), Primeira Edição e na Gazeta de Alagoas. Totalizando mais de 500 crônicas que escrevo na peleja da minha vida profissional.

A propósito, no meu quinto livro Lendo & Comentando - Crítica Literária - prefaciado pelo Dr. Douglas Apratto Tenório, vice-reitor do CESMAC, vaticinou: Laurentino Veiga é um economista com vocação de jornalista e cronista. Faz incursões bem-sucedidas no mundo literário. Imortal agraciado por uma de nossas academias, escreveu um decálogo que é uma radiografia de sua psyché du rôle.

Da obra destaco: l. Como economista acredito no trabalho porque gera emprego e renda; 2.Como jornalista acredito na notícia como fonte sine qua non da mídia; 3. Como colunista acredito no social porque informa os fatos do cotidiano; 4. Como escritor acredito na ficção porque suaviza a realidade;                     5. Como acadêmico acredito na imortalidade porque perpetua as letras maceioenses; 6. Como cristão acredito na fé porque me aproximo de Deus; 7. Como filósofo acredito na dialética porque consolida o campo metafísico; 8. Como ex-professor do CESMAC (mais de duas décadas), acredito no saber porque reproduz o conhecimento humano; 9.Como discípulo de Keynes acredito no Estado porque promove o bem-estar social; 10. Como homem acredito nas mulheres todos os dias porque estão apaixonadas e viraram celebridades.

Dentre as crônicas que integram a obra, enfatizo: Capitalismo e ferrovias no Brasil, Estudo sobre o emprego da vírgula; Graciliano Ramos: Vida e obra, Arruar pelo tempo, Resgate moral, Comendador Tércio Wanderley in memoriam, Temas de Direito, Cristais do Tempo, Sem justiça não há cidadania,  Crônica para uma contadora, minha filha primogênita, professora universitária Vanessa Pollyanna, Um genuíno Tangerino, Machado de Assis: Memórias de um frasista, Os ricos não tugem e os pobres não mugem, Parabéns meus afilhados (turma do CESMAC que deu meu nome), O capitalismo global.

Nas minhas andanças literárias, tenho recebido livros de figuras de relevo. Dentre eles, destaco: As Ideias e seu lugar do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso. FHC foi ministro das Relações Exteriores no governo Itamar Franco, Senador da República e fundador do Social – Democracia Brasileira (PSDB). Honrou os cargos ocupados, imortalizando-se como escritor renomado no Brasil.        

Crônicas que escrevi refletem meu pensamento de jornalista profissional, Conselheiro efetivo do CORECON –AL, de escritor de meia dúzia de livros, e, principalmente, de cronista que faz da imprensa alagoana estuário de minhas ideias democratas. Sou grato à minha família que rege meu destino de Cidadão de Maceió.