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Economia para Todos

Por Laurentino Veiga Publicado em 20/06/2026 às 08:00
Laurentino Veiga Arquivo

As Ciências Econômicas estudam o fenômeno do desemprego, a inflação (aumento generalizado dos bens e serviços econômicos), a produção, o consumo e, principalmente, os agentes que influenciam na demanda (procura). Utiliza a Matemática, Estatística. Contudo, não é ciência exata e, sim, social no mundo globalizado. Divide-se em três Setores, a saber: Primário - atividades que envolvem agropecuária segundo o IBGE. Lavouras, produção animal e derivados (criação e abate de gado, aves e pesca). E, por conseguinte, gera emprego e renda às famílias.

Já no Setor Secundário, incorpora todas as indústrias de transformação. A Indústria extrativa mineral (extração de minerais metálicos e minerais não metálicos). Além da indústria de ponta, deriva de automóveis, tratores, colhedeiras que facilitam a colheita nas fazendas mecanizadas. Todo isso, o PIB (Produto Interno Bruto) tende a crescer nos países desenvolvidos.

Quanto ao Setor Terciário - é o setor de serviços por excelência. Engloba comércio (atacadista e varejista), os bens intermediários financeiros: os bancos comerciais, as caixas econômicas, os bancos de desenvolvimento, os bancos de investimentos e financeiras. O governo estadual, municipal e federal, precisam do economista para promover projetos que proporcionam o bem-estar da população.

A propósito, servi aos governos dos economistas Divaldo Suruagy, Manoel Gomes de Barros, Fernando Collor de Mello, Teotônio Vilela Filho. Participei de projetos, avaliei pesquisas de campo, oferecendo serviços às prefeituras do hinterland alagoano. E, com isso, contribui para o desenvolvimento do Estado como um todo.

Por outro lado, lecionei Economia durante mais de duas décadas no CESMAC. Ensinei Economia nos Cursos de Ciências Econômicas, criado pelo saudoso Professor José Damasceno de Lima. A disciplina Comércio Exterior no Campus de Palmeira dos Índios. Medicina Rural no curso de Medicina Veterinária (Marechal Deodoro).

Economia é, por excelência, a ciência severa da escassez. Merece, portanto, destacar sua importância no contexto mundial globalizado. Posteriormente, destacarei as variáveis que afetam a demanda, relações de trocas e outros temas relevantes.

Na condição de Conselheiro efetivo do Corecon-AL, capitaneado pelo Presidente Marcos Calheiros, destaco o papel da casa do Economista no contexto socioeconômico, bem como todos os economista atuantes que geram projetos relevantes buscando engradecer nosso Estado tão potencialmente rico em matérias primas e pessoas capacitadas em desenvolver a unidade federativa como um todo.