SAÚDE E CONSCIENTIZAÇÃO

Médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão alerta para a fibromialgia e reforça a importância do diagnóstico precoce

No Dia Mundial da Conscientização sobre a Fibromialgia, especialista destaca necessidade de reconhecimento dos sintomas e tratamento adequado para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Publicado em 12/05/2026 às 14:26
Médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão ressalta a importância do diagnóstico precoce da fibromialgia. Maju Silva / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão

Nesta terça-feira (12), celebra-se o Dia Mundial da Conscientização sobre a Fibromialgia, dados dedicados a ampliar o conhecimento sobre a síndrome, promover o diagnóstico precoce e promover o acompanhamento adequado das pessoas que convivem com a condição.

De acordo com o médico Helion Lisboa , do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, um dado é fundamental para ampliar o debate, combater o preconceito e divulgar informações sobre a fibromialgia, uma doença crônica que ainda enfrenta desafios quanto ao reconhecimento e à compreensão de seus sintomas.

A fibromialgia, segundo Helion Lisboa, é uma síndrome específica por dores específicas e persistentes , frequentemente acompanhada de fadiga intensa, distúrbios do sono, alterações de memória e concentração, além de sintomas emocionais como ansiedade e depressão.

“Embora não tenha cura, a condição pode ser controlada por meio de tratamento multidisciplinar, fornecendo melhorias significativas na qualidade de vida dos pacientes. Por isso, o diagnóstico precoce é essencial para evitar o agravamento dos sintomas e garantir a melhor resposta terapêutica. Muitas vezes, por não apresentar alterações específicas em exames laboratoriais ou de imagem, o diagnóstico pode levar tempo. Por isso, é fundamental que o paciente procure avaliação médica ao perceber dores persistentes relacionadas a fadiga, insônia ou outros sintomas”, destaca Helion Lisboa.

O diagnóstico da fibromialgia é clínico e realizado por meio de avaliação médica detalhada, baseado no histórico do paciente e na análise criteriosa dos sintomas. Como não existem exames específicos para detectar a síndrome, a escuta comprometida e a investigação clínica são fundamentais para a identificação correta da doença.

“O tratamento envolve uma abordagem integrada, com acompanhamento médico regular, prática orientada de atividades físicas, fisioterapia, apoio psicológico e, quando necessário, uso de medicamentos para controle da dor, melhoria do sono e redução dos impactos da doença na rotina”, pontua Helion Lisboa.