MEIO AMBIENTE

Onde mergulhar? Litoral Sul é destaque em balneabilidade, mas Maceió tem 7 pontos impróprios, alerta IMA

Relatório aponta que trechos famosos da Ponta Verde, Cruz das Almas e Avenida estão inadequados para banho; Maragogi e Barra de São Miguel têm pontos de atenção nas fozes de rios

Por Redação com agências Publicado em 19/01/2026 às 14:52
Onde mergulhar? Litoral Sul é destaque em balneabilidade, mas Maceió tem 7 pontos impróprios, alerta IMA Ilustração de IA

O Instituto do Meio Ambiente (IMA) divulgou o novo relatório de balneabilidade das praias alagoanas, trazendo boas notícias para quem viaja para o interior, mas acendendo o sinal de alerta na capital. De modo geral, o litoral alagoano apresenta boas condições, com destaque para o Litoral Sul, onde a quase totalidade dos trechos está liberada.

O Mapa das Águas

  • Litoral Sul: Dos 18 pontos avaliados, apenas um foi considerado impróprio: a foz do Rio Niquim, na Barra de São Miguel. Todo o restante está próprio para banho.
  • Litoral Norte: Dos 21 pontos analisados, apenas dois foram reprovados, ambos em Maragogi (nas fozes dos rios Maragogi e Persinunga).
  • Maceió: A situação na capital é a mais delicada. Das 20 áreas monitoradas, sete estão impróprias, incluindo trechos turísticos movimentados.

Pontos Impróprios em Maceió:

  1. Praia do Pontal da Barra: Av. Assis Chateaubriand (500m ao norte do emissário).
  2. Praia da Avenida: Av. da Paz (em frente ao Posto Shell).
  3. Praia da Avenida: Interseção com a Rua Barão de Anadia.
  4. Ponta Verde: Av. Sílvio Carlos Viana (em frente à Corretora Márcio Raposo).
  5. Ponta Verde: Av. Álvaro Otacílio (entre as ruas Dr. João Saleiro Pitão e Dr. Rubens Canuto).
  6. Cruz das Almas: Av. Brigadeiro Eduardo Gomes (frente ao Ritz Residence).
  7. Jacarecica: Rua Herry V. Vieira de Paula (frente à Rua “A”).

Critérios e Cuidados O IMA classifica um trecho como impróprio quando a bactéria Escherichia coli (indicadora de fezes) ultrapassa 800 NMP/100mL em 80% das amostras de cinco semanas seguidas.

O órgão reforça a recomendação de evitar o banho de mar nas 24 horas seguintes a chuvas fortes, especialmente perto de rios e canais, pois a enxurrada carrega sujeira para o mar. Também é orientado evitar que crianças ingiram água nessas condições.