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Alagoas inicia atualização de valores de referência para imóveis rurais

Por ASCOM INCRA AL

Peritos federais agrários da equipe de Brasília reúnem-se com técnicos do Incra de Alagoas.

O Incra inicia esta semana a atualização do Relatório de Análise do Mercado de Terras (RAMT) em Alagoas. Técnicos da autarquia se reuniram nesta terça-feira (30), em Maceió, para organizar o trabalho de campo, com a participação de dois servidores vinculados à Diretoria de Gestão Estratégica.

As atividades vão alcançar todas as regiões do estado e vão gerar novos dados de referência para preços de terras. A planilha contida no relatório serve de subsídio para várias instituições. Órgãos de controle fazem uso crescente desses dados. A Receita Federal do Brasil, por exemplo, se baseia nas informações para elaborar o cálculo do Imposto Territorial Rural (ITR).

Os peritos federais agrários Evane Ferreira Júnior e Augusto Peiró fazem parte da equipe nacional do Incra e vieram atuar em conjunto com técnicos de Alagoas. Há uma previsão de 15 dias para o encerramento do trabalho de campo, que será realizado também pelos engenheiros agrônomos Alexandre Luís de Bulhões Rocha e Denis Kleber da Silva Souza, peritos agrários da superintendência de Alagoas.

O estado está dividido nos mercados regionais Sertão Alagoano, Agreste Alagoano, Zona da Mata e Maceió e Entorno. O objetivo é tratar os valores de referência para que representem essas variações regionais.

A finalidade do RAMT é ser uma referência nas avaliações de imóveis rurais com vistas à reforma agrária. “Com o encerramento das ações de obtenção, a demanda externa se manteve, então ele serve também como parâmetro para outras instituições e atividades, e sua atualização é considerada uma ação estratégica do Incra”, explica Evane Júnior.

De acordo com o superintendente do Incra, César Lira, não havia regularidade na atualização do relatório em Alagoas, mesmo sendo necessário ocorrer a cada três anos. “Em 2018 foi feito o trabalho e agora, em tempo, estamos fazendo mais uma atualização, com um importante apoio do Incra nacional.”

No relatório, as terras de cada região são separadas por seu diferente tipo de uso, formas de produção, localização e condições climáticas e de solo.

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