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Wagner Rosário precisa dar os nomes da venda de emendas, diz Renan

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), cobrou uma investigação sobre a venda de emendas parlamentares citada pelo ministro da Controladoria-Geral da República (CGU), Wagner Rosário.

O chefe da pasta afirmou nesta quarta-feira, 6, que a CGU e a Polícia Federal investigam um esquema de venda de emendas parlamentares, em que deputados e senadores destinariam dinheiro público do Orçamento a prefeituras em troca de um porcentual.

“Ele precisava dar os nomes, tem que dar. Na medida em que ele não faz isso, ele compromete a instituição”, disse Renan, que criticou a distribuição de emendas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada no início da reunião da comissão, marcada nesta quinta-feira (7) para ouvir um paciente e um médico que atuou na Prevent Senior.

Em audiência na Câmara, Rosário também disse “não ter dúvida” de que há corrupção na compra de tratores pelo governo via orçamento secreto, caso revelado pelo Estadão e que ficou conhecido como “tratoraço”.

Renan Calheiros afirmou que os prefeitos de Alagoas, seu reduto eleitoral, não podem aceitar essa “relação espúria” porque serão responsabilizados. “Essas coisa precisa ser investigadas e elas demonstram, denotam a degradação moral que nós estamos vivendo no submundo desse governo, diferentemente do que foi prometido”, disse o senador.

Autor: Daniel Weterman
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