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Indefinição sobre Auxílio Brasil sustenta taxas futuras de juros em alta

Os riscos fiscais sustentam os juros futuros em alta pela segunda sessão seguida, apesar do dólar estar em queda ante o real e juro dos Treasuries também em baixa, com a T-Note de 10 anos nas mínimas mais cedo. O que mais pesa é a indefinição sobre o tamanho do Auxílio Brasil, que pode ficar ainda mais fora do teto de gastos, com R$ 200 e não R$ 100 livre do alcance da regra fiscal.

Às 9h22 desta quarta-feira, 20,, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para máxima de 11,31%, de 11,19% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2025 avançava para 10,98%, de 10,89%, e o para janeiro de 2023 subia para 9,96%, de 9,85% no ajuste de terça-feira. O juro da T-Note de 10 anos caía para 1,623% e o dólar à vista caía 0,10%, a R$ 5,5882.

Autor: Luciana Xavier
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