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Entidades se reúnem para debater comércio informal em Maceió

Por Assessoria

Preocupados com o aumento desordenado do comércio informal que toma conta de Maceió,  principalmente no Centro da capital alagoana, o setor produtivo de Maceió esteve reunido na manhã desta quarta, 27, na Associação Comercial de Maceió.                  Na ocasião foi discutida a falta de ação da prefeitura do município e a proposta do projeto de lei que cria a faixa amarela sem delimitar espaços para que esse tipo de comércio ocorra.

De acordo com o assessor jurídico da Associação Comercial de Maceió,  Alessandro Medeiros de Lemos, a informação que obtivemos a maioria dos ambulantes que estão no Centro não são de Alagoas.  “As entidades que representam o setor produtivo como a Aliança e Associação Comercial de Maceió buscam o entendimento com o poder público e não o confronto. Já realimos diversas reuniões e não tivemos respostas.”, falou Alessandro.

Presente a reunião,  o vereador Chico Filho falou sobre o momento delicado que está sendo vivenciado. “”Não podemos aceitar a desordem que está no Centro e em toda Maceió. Se não tivermos o ordenamento mínimo até o camelô vai sofrer sem vender seus produtos. Conheço pessoas que perderam mais de 50% do total de suas vendas, chegando a vender apenas 10 reais em um dia.

A presidente da Aliança Comercial de Maceió, Andreia Geraldo falou que o momento é de união de forças para melhorar o Centro de Maceió.  “Precisamos nos unir, do jeito que está o Centro vai acabar morrendo e todos seremos prejudicados. Se o poder público quer promover socialmente os ambulantes que ofereça cursos, locais apropriados e adequados para que as pessoas possam trabalhar dignamente.”, conclui Andréia Geraldo.

Para o presidente da Associação Comercial de Maceió,  Kennedy Calheiros, todos perdem quando não existe  ordem. “O comércio gera empregos formais e recolhe tributos. Se todo mundo resolve virar ambulante a bagunça vai tomar de conta e o prejuízo vai se instalar para todos. A alternativa é o diálogo para encontrarmos uma solução.”, finalizou Kennedy Calheiros.

As entidades marcaram um ato contra a desordem no Centro na próxima quarta-feira,  3, às 9h, no Largo das Brasileiras.


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