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Em Arapiraca, farmacêutica fala do trabalho com pacientes psoríase

Por Luciana Martins

Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia apontam que a psoríase é uma doença que atinge mais de 125 milhões de pessoas no mundo e cinco milhões de brasileiros. O dia 29 de outubro é dedicado a atenção a esta doença, que é inflamatória crônica, sistêmica, imunológica e não contagiosa.

A farmacêutica Jassen realizou uma pesquisa com 1.124 indivíduos em todo o Brasil para identificar – estudo APPISOT – a avaliação da gravidade da psoríase em placas em brasileiros em acompanhamento ambulatorial em centros de referência.  Uma análise preliminar com 877 pacientes, dos 1.124 participantes, apontou que cerca de 50% dos pacientes avaliados apresentavam a doença na forma moderada a grave.

Dos participantes do estudo APPISOT nesta análise preliminar com 877 pacientes em tratamento em Centros de Referência, 70% tinham alguma outra doença associada à psoríase. Entre elas estão a obesidade ou sobrepeso (75%); hipertensão (32%); depressão (26%); colesterol alto (25%); artrite (17%); Diabetes Mellitus (17%); ansiedade (39%) e alcoolismo (17%).

Em Arapiraca, a farmacêutica Yolanda Karla conta que no CEAF são atendidos pacientes de diversos protocolos clínicos elencados pelo Ministério da Saúde e dentre eles os de psoríase. O seu trabalho como farmacêutica é esclarecer dúvidas e dar orientação a estes pacientes sobre a importância do tratamento farmacoterapêutico. “Eu sempre falo aos pacientes que a adesão ao tratamento é fundamental para melhoria de vida dele, iniciando como ele deve administrar o medicamento, seja ele injetável ou não. É na sala de espera que nós fazemos esse trabalho de educação aos pacientes para que eles tenham confiança no tratamento”, disse.

De acordo com ela, o profissional farmacêutico acompanha a evolução do quadro clínico através da avaliação técnica de exames, relatórios médicos e entrevista ao paciente. “A psoríase não tem cura, mas pode ser controlada. O tratamento pode incluir medicamentos de uso tópico, orais e imunobiológicos, a depender da gravidade o estágio da doença”, disse.

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