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O ouro verde do Agreste se estende para Igaci

Por Redação com assessoria

Igaci sediou recentemente a audiência pública para obtenção da licença prévia do Projeto Caboclo, da Mineradora Vale Verde que pretende extrair minério de cobre na região. Uma área de cerca de 170 hectares já está em fase de estudos geológicos para identificação de viabilidade da extração do minério de cobre, considerado a redenção econômica da região.

Há exatos 23 anos essa TRIBUNA DO SERTÃO revelou em suas páginas a possibilidade de extração desse minério na região agrestina do Estado, o que vem se consolidando atualmente, gerando emprego e renda para milhares de famílias. Ressalte-se que o investimento da Mineradora Vale Verde no agreste é o maior que o Estado já viu.

Para o governador de Alagoas Renan Filho, “esse é um empreendimento muito propagado no passado e que não havia se concretizado. Ele se concretizou agora e nós temos uma grande expectativa de que esse empreendimento seja capaz de alavancar o desenvolvimento da região, trazendo novos negócios para Alagoas. A produção de cobre aqui sem dúvidas será importante para o Estado do ponto de vista tributário, de arrecadação de royalties e do desenvolvimento do interior de Alagoas”, avaliou.
Com as estradas sendo duplicadas em seu entorno (inclusive a rodovia que liga Arapiraca e Palmeira dos Índios e abrange os municípios de Craíbas e Igaci), o escoamento do produto para o Porto de Sergipe será mais rápido em rota segura.

 

Projeto cabloco
A expansão das atividades de extração de minério de cobre na Comunidade do Dionísio é ponto relevante de que Igaci estará inserido nos benefícios fiscais que a mineradora é obrigada a ceder aos municípios onde são realizados os trabalhos de mineração.
Na oportunidade da audiência pública foram apresentados ao Instituto de Meio Ambiente de Alagoas, à Prefeitura de Igaci e Câmara Municipal de Vereadores e à sociedade em geral os estudos ambientais para a possível implantação de uma nova mina na região.

A expectativa é de que a exploração da área em Igaci dará, pelo menos, mais cinco anos de vida útil ao Serrote — assim, ao todo, a operação poderá acontecer por mais de 20 anos com o beneficiamento do concentrado de cobre e Igaci ganhará além do incremento do ISS, receberá a taxa de royaltes como já ocorre em Craíbas.

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