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Vaga de vice-prefeito em Palmeira se torna imbróglio político para “Imperador”

Por Kleverson Levy

Imperador palmeirense

Eis um busílis para ser resolvido até a data final das Convenções Partidárias em Palmeira dos Índios. A eleição de 2020 promete muitas surpresas e o prefeito Júlio Cezar (PSB), o “Imperador”, já atraiu um grande problema pré-eleitoral: a escolha do vice-prefeito.

O vereador Toninho Garrote (PP), até então, seria o indicado como vice-prefeito na chapa formada com JC. Porém, esse retorno da família Garrote ao ‘ninho’ político do “Imperador” é um sonho de grupo que está sendo projetado para 2022. A articulação nos bastidores é pesada e passa pelo crivo da eleição de 15 de novembro deste ano.

Toninho Garrote

Entretanto, antes de 2022, a aliança Garrotes/Imperador causou ‘ciumeira’ entre alguns aliados do gestor palmeirense que não aceitam o nome do filho da deputada estadual Ângela Garrote (PP) como vice de JC.

O processo de desgaste, segundo fontes deste jornalista, já está em andamento nos bastidores. A questão é que o prefeito “Imperador” não perdeu o instinto político de prometer e não cumprir. Isso, inclusive, tem causado desconforto até em que está ao seu redor.

Agenor Leôncio mosrtou disposição e quer a vaga

Apesar de Garrote ter sido já ‘lançado’ como vice, JC tem ainda dois nomes que eram – impreterivelmente – seus colegas de chapa nesta eleição: Agenor Leôncio, PSB, atual presidente da Câmara de Vereadores, e o atual vice-prefeito, Márcio Henrique (PPS).

Márcio Henrique volta às rede sociais e pretende preservar espaço

Ou seja, com o anúncio da família Garrote em apoiar o prefeito “Imperador” pela troca da cadeira de vice, essa situação se tornou um imbróglio político que nem mesmo o prefeito saberá resolver diante da ‘pressão’ e da briga interna em seu grupo político.

Além disso, se Ângela Garrote conseguir eleger seus candidatos em Palmeira, Estrela de Alagoas, Igaci e até Minador do Negrão, poderá alcançar voos mais altos no pleito de 2022.

Isso tem sido um dos trabalhos de articulação do filho e prefeito estrelense, Arlindo Garrote (PP), que almeja não ficar sem mandato daqui uns dois anos.

E 2022?

Vai depender ainda do desempenho do deputado federal Arthur Lira (PP) que ganhou destaque nacional por se tornar o “novo aliado” do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido).

Como sonha em ser presidente da Câmara dos Deputados em 2021, Lira foi bombardeado nos últimos dias ao tentar ser o elo de acordo entre os colegas deputados e o presidente Bolsonaro.

Todavia, pelo andar da carruagem e das conversas de bastidores em Brasília, Lira não vai conseguir a presidência da Câmara por conta que Rodrigo Maia (DEM) trabalha sua derrota antes mesmo que ela aconteça. Será?

Portanto, como em política tudo pode acontecer, inclusive, nada!, há uma previsão de que os Garrotes devem ficar onde estão e, possivelmente, percam também a vaga de vice.

Tudo vai depender, óbvio, das promessas do prefeito Júlio Cezar (PSB), o “Imperador”, que já atraiu um grande problema pré-eleitoral e o verdadeiro imbróglio político para a eleição de novembro.

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