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Isnaldo Bulhões salva obra do Canal do Sertão de AL

Por Roberto Gonçalves

Isnaldo Bulhões

Maior obra federal executada pelo governo de Alagoas, o Canal do Sertão alagoano desacelerou nas últimas semanas por falta de recursos.

Dos R$ 64 milhões previstos no Orçamento da União deste ano, apenas R$ 30 milhões foram liberados até agora. Para manter a obra pelo menos até o final deste ano seriam necessários além dos outros R$ 34 milhões, mais R$ 60 milhões.

Os recursos foram assegurados a partir da atuação do deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Apesar de “estreante”, na Câmara dos Deputados, Isnaldo conseguiu construir um bom espaço político no parlamento e no governo federal.

Isnaldo conseguiu, com o apoio do MDB e de outras bancadas o remanejamento orçamentário para assegurar os recursos. Simples assim? Quem conhece Brasília sabe que não é fácil assegurar recursos voluntários da União.

O espaço que ele conseguiu junto ao governo reflete também a sua atuação no partido. A bancada do MDB na Câmara tem atuado em sintonia com o governo de Jair Bolsonaro, especialmente nas pautas mais polêmicas, a exemplo da reforma da previdência.

A atuação de Isnaldo foi reconhecida pelo secretário de Infraestrutura de Alagoas, o ex-ministro Maurício Quintella, “depois de intensa negociação como Ministério do Desenvolvimento, o Governo Federal empenhou mais 60 milhões de reais para a obra do Canal do Sertão Alagoano. Esse recurso permitirá a continuidade da obra do trecho IV, e termina com o risco e a angústia de paralisação. Agradecemos a bancada federal pelo apoio, em especial nesse caso ao Deputado @isnaldobulhoes .” registrou Quintella nas suas redes sociais.

Leiteira

Isnaldo Bulhões também conseguiu assegurar recursos para a continuidade de outros programas importantes para Alagoas. O deputado conseguiu destravar cerca de R$ 10 milhões para o programa do leite que estavam, assegurando pagamentos que estavam atrasados aos agricultores familiares, além de de assegurar mais R$ 12,5 milhões do Ministério da Cidadania, suficientes para manter a distribuição do leite até junho de 2020.

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