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HGE é referência em cirurgia vascular no sistema público de saúde de Alagoas

Por Ivan1
Natural de Palmeira dos Índios, o aposentado Francisco Alves de Lima, passou recentemente pela Unidade Vascular e ficou satisfeito com o tratamento e assistência que está recebendo no HGE (Foto: Olival Santos)

Natural de Palmeira dos Índios, o aposentado Francisco Alves de Lima, passou recentemente pela Unidade Vascular e ficou satisfeito com o tratamento e assistência que está recebendo no HGE (Foto: Olival Santos)

Os procedimentos invasivos, como amputações de membros de alguns pacientes, tiveram redução no Hospital Geral do Estado (HGE) desde a implantação da Unidade Vascular e Endovascular, e fez com que a unidade hospitalar seja, hoje, referência no serviço público de saúde. Diversos pacientes têm procurado o HGE e ficarado satisfeitos com o tratamento que oferecido.
Natural de Palmeira dos Índios, o aposentado Francisco Alves de Lima, passou recentemente pela Unidade Vascular. Portador de diabetes há vários anos, teve como consequência da doença problema circulatório que afetou as duas pernas. Temendo a amputação dos membros, Alves passou por um desbridamento cirúrgico, procedimento de limpeza profunda com retirada da pele.
“Devido ao diabetes, estou com problemas circulatórios e espero melhorar com esse tratamento que fiz no Hospital Geral. Antes, passei por um procedimento em um hospital de Coruripe, mas fui encaminhado para o HGE e estou satisfeito com o tratamento e a assistência que estou recebendo”, disse Francisco Alves.
Há 11 meses o serviço foi implantado e, este ano, houve ampliação do número de leitos, o que dará condições de atender mais pacientes. Até agora, foram realizadas 2.062 cirurgias vasculares, entre convencionais e endovasculares. O resultado é uma redução significativa nas amputações e no tempo de permanência do paciente internado.
A diretora do HGE, Verônica Omena, afirmou que o hospital vive uma nova realidade atualmente, com investimentos que foram feitos para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os destaques, está a implantação da Unidade Vascular e Endovascular, que contribuiu para reduzir o número de amputações que ocorriam com frequência.
“O Hospital Geral do Estado está funcionando com o que há de mais moderno, inclusive tem procedimentos cirúrgicos sendo realizados que poucos centros referenciados pelo SUS realizam no Brasil”, frisou.
Verônica Omena acrescentou que, com o apoio que tem recebido do Governo do Estado, a população terá mais qualidade na assistência à saúde na unidade hospitalar, que é uma referência no atendimento de urgência e emergência de Alagoas.
Responsável pela Ala Vascular do HGE, o médico Cézar Ronaldo, disse que, atualmente, o paciente com problemas vasculares tem uma nova perspectiva, por meio das novas técnicas que estão sendo realizadas. Houve mudança no tempo de recuperação, que é mais rápido, as incisões são menores e a permanência na UTI também foi reduzida. Antes, a permanência era de 12 dias e, hoje, passou para 4,5 dias. Das cirurgias vasculares realizadas no hospital, 90% são programadas e 10% oriundas de traumas.
No Brasil, as doenças vasculares estão entre as principais causas de morbidade e mortalidade, principalmente em pacientes com complicações do diabetes, a exemplo dos pés diabéticos, hipertensão, doença arterial obstrutiva periférica, aneurismas, traumas graves e outras.

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