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Serviços, preços e turismo

Por Oduvaldo Persiano

Determinados assuntos que são de interesse coletivo e/ou que possam contrariar gananciosos  grupos fortes, estranhamente são postos de lado.  A Mídia, que costuma divulgar tolices, seja porque promovem os chamados “Famosos” , seja para aumentar os rendimentos de Empresas  ou ambiciosos prestadores de Serviços, Supermercados, etc. silencia culposamente, sem haver uma reação imediata  e objetiva das autoridades responsáveis. Como formador de opinião e atendendo pedidos de leitores, por telefone ou e-mails, resolvi divulgar neste bom Jornal (que não impõe censura), assuntos que sei vão ser examinados e apreciados pelos que são alvos direta ou indiretamente da desatenção sentida no dia-a-dia.

Refiro-me, desde logo, aos péssimos serviços prestados à população, em muitos Setores da atividade humana. Vejamos, por exemplo, a atuação das Companhias Aéreas, um essencial meio de transporte, conduzindo as nossas riquezas e pessoas aos destinos contratados e combinados. Destaco a LATAM, principal operadora do ramo. Sem olhar para o conforto e bem-estar de seus passageiros, usa horários incômodos na rota Nordeste /Sul/Sudeste/Centro Oeste, causando vexames e aborrecimentos aos usuários. Quem sai de Maceió para Foz do Iguaçu e Porto Alegre, obriga-se chegar ao Aeroporto, cedo da madrugada, sem poder dormir à noite, com conexão em São Paulo (o mais comum).

Dispomos de Órgãos que, no papel, deveriam atuar energicamente para reprimir estes abusos, tais como: Ministério da Viação, Infraero e Anac, além do Ministério do Transporte e da Agência Nacional de Transporte Terrestre. “Os nossos Legisladores são benevolentes e, A correria é enorme ao chegar e, em alguns momentos, não foi possível alcançar a aeronave, embora seja da mesma empresa!… Terrível, cruel e desumano tratamento! Aguarda-se nova oportunidade, numa espera irritante e desconfortável. Fazem isto sem a menor censura ou punição pelo Governo Federal portadores de mentes abertas e corações bondosos”, votam diplomas legais sem nenhuma ou quase nenhuma fiscalização. Os preços, sim, crescem, mas os serviços descem de níveis. Outro exemplo: A companhia que faz a rota Recife cobra exageradamente uma passagem, maior até do que determinados voos para Salvador e Rio de Janeiro.

O Ministério do Turismo, sempre divulgando o que na prática não acontece, esquece o turista, que deixa no país divisas e movimenta comércio e serviços. As vantagens generosas são canalizadas para grupos e/ou empresas. Explora-se, sim, o TURISTA e não o TURISMO na sua mais ampla expressão! Tem mais: Num país com a cifra alarmante de 13 milhões de desempregados, cria-se Ministérios, Órgãos inúteis, Agências Reguladoras destinadas à distribuição de cargos polpudos, mantendo-se embaixadas onerosas e sem quaisquer retornos importantes, em países até mesmo com ditaduras reconhecidas e perversas  quase nada regulando. Juntem-se a isto, os cartões corporativos, viagens com alto percentual de passeio, etc. Ao contrário, quando surge uma medida, como a que taxa aos que promovem o desenvolvimento sustentável (vide energia não poluidora), ao invés de ajudar, prejudica. Extingue-se o seguro que protegia os acidentes de veículos, deixando ao desamparo inúmeras pessoas. É preciso que assessores preparados, mostrem a realidade nacional ao dirigente maior deste Brasil dos contrastes.

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