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Práticas Integrativas e Complementares fizeram parte da programação do campus Palmeira para o Setembro Amarelo

Por Assessoria

Um dia relaxante e voltado à saúde com massagem auricular, sessões de Reiki e medição da pressão arterial. São as chamadas Práticas Integrativas e Complementares. Esta foi mais uma iniciativa da Assistência Estudantil para a campanha de prevenção ao suicídio Setembro Amarelo, realizada nesta quarta, 18. A ação foi voltada para todos os estudantes do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), campus Palmeira dos Índios, e teve como objetivo chamar a atenção para a causa e trabalhar o reequilíbrio energético do corpo.

Responsável pela iniciativa realizada em parceria com o Centro Profissionalizante de Alagoas (CEPROAL), a técnica em Enfermagem do campus, Celsa Tenório, explica que essas práticas conseguem reverter o quadro, por exemplo, de pessoas com crise de ansiedade.

“O adoecimento para a medicina oriental representa um desequilíbrio desses centros energéticos que temos no corpo, e a ansiedade é um desses desequilíbrios, ocasionando uma liberação exagerada de hormônios que atuam na frequência cardíaca, como a adrenalina e noradrenalina. Essas terapias são responsáveis por promover a reorganização desses hormônios e libera, por exemplo, a endorfina, que traz um relaxamento do corpo”, justifica Celsa.

Representando o CEPROAL, a professora e coordenadora das ações do Centro, Edjane Bezerra, conta que para a ação foram necessárias três turmas oriundas do curso técnico em Enfermagem. “Nós passamos por escolas, instituições de caridades com essas políticas de mobilização da sociedade civil. A prevenção ao suicídio é um tema relevante por ser uma preocupação de saúde pública em todo o mundo. O suicídio é um problema que atinge adolescentes, adultos e temos casos, também, de crianças, por isso é necessário esse trabalho de multiplicação de informação e acolhimento”, pontua.

Ação aprovada

Yasmin Oliveira e Lívia dos Santos (ambas de Edificações) puderam participar da iniciativa que, segundo elas, foi bastante positiva. “Mediram minha pressão e fiz massagem auricular. Eu me senti muito reflexiva e leve. Como aluna, acho importante essas ações”, diz Yasmin. Já Lívia afirma que uma das suas principais características é a ansiedade, principalmente em períodos de provas. “Estava me sentindo bem tensa e depois da massagem eu me senti melhor”, conta Lívia, de 17 anos.

Celsa lembra que diariamente estão ocorrendo no campus sessões de auriculoterapia (terapia complementar com a utilização de agulhas ou sementes em pontos específicos da orelha para redução de níveis de ansiedade e stress). Para agendar, basta comparecer até o Setor de Saúde do campus, que funciona de segunda a sexta, nos dois horários. “A novidade é que os agendamentos agora poderão ser feitos no turno da tarde também”, finaliza a técnica.

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