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Dia Mundial do Refugiado

 Já faz alguns anos que certas personalidades brasileiras foram entrevistadas sobre o  que sentiam quando estavam no exterior. E vem cada um com suas respostas. Uns diziam que era interessante observar costumes diferentes, línguas estrangeiras, vestes diferentes, comidas desconhecidas etc.

Um dos entrevistados chegou a dar uma resposta diferente. Afirmou que, quando estava para regressar ao Brasil, era a hora mais feliz, porque sabia que seus familiares  (esposa e filhos) estavam esperando por ele. É natural essa situação afetiva.

 Imaginemos o que acontece com os refugiados. Sair de sua pátria, deixar tudo para trás, para ver se foge da morte, quando a sua pátria está em guerra. É o que está acontecendo em vários lugares deste mundo.

Essas chamadas guerras civis têm levado muitas pessoas pedirem refúgio em outros países e em outros continentes. E até alguns têm morrido antes de chegar a algum país acolhedor.

Há quem afirme: “Ser acolhido (ou acolhida) com dignidade em outro país é um direito humano”. Trata-se de uma expressão cristã e louvável. Contudo nem sempre isso acontece. E como ficam os refugiados? No desespero. Isso é triste e doloroso.

É bom lembrar que as Nações Unidas celebram no dia 20 de junho o Dia Mundial do Refugiado. Trata-se de “Uma oportunidade para celebrar a força, a coragem, a perseverança das pessoas que foram forçadas a deixar suas casas e seus países por causa de guerras, perseguições e violações de direitos humanos”.

Convém lembrar que a legislação do Brasil permite que povos de outros países tenham direito de receberam acolhida. Não se trata portanto de abrigar bandidos mas de quem não têm condições de viver no seu país em razão de guerras, perseguições políticas, religiosas e guerra civis ameaçadoras.

Tenho apontamentos de 2014 que dizem: “As Cáritas Diocesanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, comprometidas com os direitos humanos e dedicadas aos projetos especiais dentro do conceito social da Igreja, mantêm um convênio com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e com o Ministério da Justiça, por meio do CONARE (Comitê Nacional para os Refugiados) para acolher, apoiar os solicitantes de refúgio e refugiados que chegam ao Brasil”.

 Muita coisa diz que a situação não terminou e por isso continua a demanda de refúgio em várias partes do mundo. Pode acontecer que países acolhedores já não têm condições para novos refugiados, pois as perseguições e as guerras continuam.

Não se pode negar que vários países têm dado refúgio aos que, saudosos deixam para toda a vida sua terra e sua gente. Contudo chega-se a um ponto que fica difícil ou mesmo impossível receber mais refugiados.

Outros países não querem receber esses desabrigados. Que fazer? Tentar outros lugares. Com fome como percorrer vários quilômetros de caminhada? Morrer no meio do caminho.

Tenhamos em mente que, no próximo dia 20 deste mês, é o Dia Mundial do Refugiado.

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